terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Acervo digital das Universidades dos EUA vem aí - DPLA


Vamos acompanhar para ver algumas obras academicas relevantes e melhorar ainda mais nosso conhecimento

LUCAS FERRAZ,EM NOVA YORK

RESUMO Diretor do complexo de bibliotecas da Universidade Harvard comenta o lançamento da Biblioteca Pública Digital dos EUA, em abril, que vai pôr em rede o acervo em domínio público de dezenas de bibliotecas acadêmicas. Criado como antítese do Google Books, o projeto da DPLA é financiado por recursos privados.
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O iluminismo é o principal tema de estudo do historiador americano Robert Darnton, 73, autor de vários títulos sobre como a difusão do conhecimento alimentou revoluções no século 18. É de certa forma inspirado nos ideais dos enciclopedistas que Darnton comanda ele também uma revolução.
Como diretor do imenso complexo de bibliotecas da Universidade Harvard, ele encabeça a criação da DPLA (Digital Public Library of America, sigla para biblioteca pública digital americana), que a partir de abril vai reunir e compartilhar gratuitamente na internet o acervo e obras de milhares de bibliotecas e universidades do país.
A DPLA é a resposta de Darnton e da academia à violação de direitos autorais representada pelo Google Books, que lucra com os livros repassados para a rede. "Vamos fazer diferente", diz Darnton, que vê a biblioteca digital como o seu projeto mais ambicioso, algo a ser feito "por séculos".

TEC Tendências que vão guiar o marketing nos próximos anos



Fonte: FBDE
Estudo da Razorfish destacou insights que aproximarão as marcas dos consumidores
Por ADNews
A agência Razorfish anuncia insights sobre cinco tecnologias relacionadas ao futuro digital, que estarão presentes em todos os pontos de contato com os consumidores nos próximos anos.
O estudo tem o objetivo de indicar caminhos para o marketing em um cenário de rápidas transformações, oferecendo às empresas um guia completo para atender às expectativas de um mercado em evolução”, afirma Jose Martinez, managing director da Razorfish para a América Latina.
1 Near Field Communication (NFC)
Entre as tendências apresentadas pelo Razorfish5 está a Near Field Communication (NFC), que facilita os pagamentos utilizando tecnologia móvel e que hoje é predominante no Japão e em outros países emergentes.
Apesar de disponível há anos, a NFC atingiu o seu ponto de inflexão em 2011, com o Android e a Apple adotando a tecnologia em seus aparelhos. Além de facilitar pagamentos, essa tecnologia, por meio do Bluetooth, permite que as empresas enviem mensagens para o consumidor quando ele estiver próximo de estabelecimentos comerciais que oferecem seus produtos ou serviços.
A NFC tem potencial para adicionar bilhões de dólares à receita publicitária. O aumento deve vir a partir do número crescente de usuários móveis e do tempo que passam com seus telefones celulares.
Há mais de cinco bilhões de telefones celulares no mundo, número quatro vezes superior ao de TVs. “O celular está sempre com o consumidor, criando a possibilidade de impactá-lo com conteúdos relevantes no momento em que ele está mais receptivo à mensagem”, acrescenta Martinez.
2 Revolução da Interface
A Revolução da Interface decreta o final da hegemonia do mouse na navegação. Os consumidores já iniciaram uma migração em massa para interfaces que estejam mais próximas da experiência humana natural (Natural Human Interface – NUI), adquirindo dispositivos de condução de experiências NUI como Smartphones, tablets – principalmente o iPAD da Apple – consoles de videogame como o Microsoft Kinect, Nintendo Wii e Playstation Move, entre outros.
“As marcas deverão se adaptar e oferecer mais conteúdo interativo, em multiplataformas e multicanais”, observa Martinez. Essas tecnologias deverão ser aplicadas às ações de marketing e de relacionamento com o consumidor, tornando o contato mais amigável e atraente.
3 APIs abertas e serviços digitais
As APIs abertas (Interface de Programação de Aplicações) e os Serviços Digitais são apontadas no estudo como uma enorme oportunidade para a verdadeira inovação.
Essas tecnologias permitem que o consumidor participe e influencie as definições de produtos das empresas por meio digital. O nível de colaboração pode variar de acordo com o perfil da empresa e do consumidor, permitindo maior ou menor participação e integração nessas definições.
Facebook, Google e Twitter foram construídos, em grande parte, por suas comunidades de usuários. “Isto comprova que não há maneira melhor de engajar a audiência do que permitir que ela opine e participe no desenvolvimento de um determinado produto ou serviço”, afirma Brian Crotty, managing director da Razorfish no Brasil. Outras empresas que adotaram as plataformas abertas foram a Amazon, a Best Buy e a Netflix.
4 Marketing na era dos grandes dados
Outra tendência indicada é o Marketing na Era dos Grandes Dados, que aponta para o grande volume de dados de consumidores teoricamente “disponíveis” na web.
Segundo Crotty, o grande problema consiste em transformar essas informações em conhecimentos práticos e ações efetivas. No entanto, com as novas ferramentas baseadas na computação em nuvem, as empresas podem finalmente traduzir trilhões de linhas de dados em uma conversa mais direcionada aos consumidores, com um ciclo de feedback quase imediato.
5 Computação em nuvem
Por fim, o Razorfish 5 destaca a Computação em Nuvem como tendência crucial. As empresas adotaram amplamente ao longo dos últimos anos esta tecnologia, que utiliza uma nova arquitetura que funciona como software, em vez dos frágeis sistemas físicos do passado.
Segundo o estudo, empresas que empregam essa tecnologia são capazes de conduzir o foco do negócio em um ritmo mais rápido, em vez de manter o dimensionamento na infraestrutura.
O desenvolvimento e implementação de estratégias de marketing de forma integrada a essas tecnologias, segundo o managing director da Razorfish Brasil, permitirá às empresas atuarem de forma inovadora e eficaz na comunicação com seus clientes.
O relatório completo pode ser visto no site da Razorfish5.com

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Brasil lidera atividade em redes sociais

Alguns dados interessantes para nossa reflexão. este e outros textos a seguir.



“O Brasil é o país mais ativo em redes sociais” é o que afirmou Max Petrucci, sócio-Fundador da Garage Interative Marketing, em palestra nesta manhã em um hotel em São Paulo.

A apresentação fez parte do seminário O Efeito Obama, que reuniu os nomes de peso responsáveis pela campanha bem-sucedida do presidente americano, além de convidados do mercado brasileiro.

De acordo com apresentação, “80% dos cerca de 60 milhões de internautas brasileiros estão nas redes sociais”, algo em torno de 50 milhões de pessoas. Petrucci afirmou que o trabalho das marcas na internet deve ser o de ouvir , ativar, relacionar-se e co-criar.

O case da Starbucks e o diálogo com os consumidores via twitter, blogs e afins foi usado como exemplo. O tema da palestra foi Redes Sociais (Pessoas conversam com pessoas e as marcas devem entender esse mecanismo e se aproximar do consumidor), dentro do Painel A Internet como ferramenta de gestão pública.

Redação Adnews

Depois dos jornais, internet ameaça a TV
16/10/09

A consultoria Idate divulgou um estudo ontem (15/10), em Paris, e apontou que a TV será a próxima mídia a ter seu modelo de negócios modificado pela web. Mídia impressa, indústria fonográfica e cinema já passaram por essa transformação e agora é a vez da mídia eletrônica.

De acordo com o jornal "O Estado de S.Paulo", "a ameaça da internet à televisão fica mais próxima". A pesquisa mostrou que, em três anos, 40% dos lares europeus poderão conectar a TV diretamente à internet. Isso vai diminuir a dependência do telespectador das TVs aberta e fechada.

A mudança no modelo de negócios vai acontecer com a chegada de TVs equipadas com plugs para conexão Ethernet, que permite a ligação ao modem residencial. Com isso, a televisão será um aparelho online, sem a intervenção de computadores e os vídeos dos computadores passarão para as telas da TV.

Para Gilles Fontaine, diretor-geral adjunto do Idate, a melhora vai ajudar os consumidores. "Este televisor vai facilitar a vida dos consumidores que querem ver as imagens da internet na televisão". Dessa forma, companhias de alta tecnologia vão fornecer programação ao consumidor sem depender das emissoras de TV.

Segundo o executivo, a transformação já começou nos Estados Unidos onde o site Hulu oferece online, no dia seguinte, a programação de empresas de mídia como NBC, Universal, News Corp e Walt Disney. O YouTube também assinou acordos de veiculação de programas de TV de forma legal, pagando direitos autorais.
As informações são de Andrei Netto, correspondente do Estadão em Paris.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Homem Sanduiche digital

Estive no Maximidia e ví uma coisa legal - é o Moving Board Brasil. Versão digital do "homem sanduiche". Entre no site abaixo e dê uma olhada.


http://www.movingboard.com.br/


http://lafora.com.br/2007/01/moving-board-o-homem-sanduiche-revisitado-2/

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Cursos MIT - grátis

MIT oferece 16 cursos online gratuitos em Ciências da Computação


Que tal incrementar o currí­culo com um aperfeiçoamento pelo MIT? Essa opção pode ser mais acessí­vel do que parece. O Massachussets Institute of Technology (MIT) oferece, através de seu site, mais de 1 mil cursos gratuitos pela web. Os cursos, do programa MIT Open Course Ware, englobam mais de trinta áreas de conhecimento cobertas pelo MIT. ɐ possí­vel cursar um dos programas da Sloan School of Management, uma das principais escolas de negócios do mundo, até matemática, robótica e engenharia de sistemas e tecnologia. Na grade de cursos de engenharia elétrica e de ciências da computação, há dezesseis opções, que vão desde Introdução aos Algoritmos até Tecnologia de Nanômetros. Nos sites, estão disponí­veis os materiais usados pelos professores em cada disciplina. Há ví­deos e áudios de aulas além de material escrito. O MIT indica qual o conhecimento básico necessário para cada disciplina para que o aluno consiga acompanhar a programação. Os cursos estão disponí­veis no site http://ocw.mit.edu/OcwWeb/web/courses/av/

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

US$ 342 milhões pelo Buscapé

Enfim um caso brasileiro de sucesso na internet - o Buscapé foi criado por alguns estudantes universitários incríveis e brasileiros. Bárbaro!


Naspers compra 91% do site BuscaPé por US$342 milhões


JOHANESBURGO (Reuters) - O maior grupo de mídia da África, Naspers, anunciou nesta terça-feira que comprou 91 por cento do site brasileiro de comparações de preços BuscaPé por 342 milhões de dólares, como parte de estratégia para expandir-se em mercados emergentes. A Naspers, que detém participações em companhias na China, na Rússia e na Europa, além do Brasil, informou que a aquisição será financiada com recursos próprios disponíveis.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Digital e Mobile - inovações

JET, Net e Sky apresentam novidades no pavilhão de inovações da ABTA
07/08/2009, 17h58
A ABTA 2009 Feira e Congresso, evento de televisão por assinatura que acontece entre 11 e 13 de agosto, em São Paulo, terá como uma de suas atrações o Pavilhão de Inovações, que reunirá as tecnologias de cabo, DTH e MMDS, representadas pelas operadoras NET Serviços, SKY e JET, respectivamente. a JET mostrará as vantagens do sistema Digital turn around, que permite a distribuição de conteúdo 100% digital, de elevada qualidade, a partir de um ponto próximo ao assinante.

Já a Net Serviços apresentará suas novas ofertas de TV a cabo em alta definição e áudio com qualidade digital - o Net Digital HD e o Net Digital HD Max - com preços inéditos no mercado brasileiro, e canais exclusivos como o Telecine HD, Globosat HD e PFC HD. Além disso, a empresa também mostrará o NET Vírtua 5G, quinta geração de seu serviço de banda larga, que garante velocidades de até 300 Mbps para acesso à Internet.

A SKY anunciará mais novidades relacionadas ao seu serviço em alta definição, o SKYHDTV, lançado em abril deste ano. São novos equipamentos que proporcionarão ao cliente HD ainda mais qualidade e diversidade.

Para mais informações sobre a programação do evento ou inscrições, o site é www.abta09.com.br. Da Redação - PAY-TV News


Mobile
Brasileiro vence concurso do CNN International de filmes para celular
07/08/2009, 16h24
O brasileiro João Paulo Miranda Maia foi o vencedor do Mobile Phone Movie Competition, concurso de filmes para celular promovido pelo programa "The Screening Room", do CNN International. Miranda é de Rio Claro, interior de São Paulo, faz mestrado na Unicamp e integra o Grupo de Pesquisa e Prática Cinematográfica Kino-Olho. Para produzir a história de suspense de dois minutos e meio intitulada "A Girl and a Gun", o cineasta inspirou-se na frase do cineasta francês Jean-Luc Godard: "Tudo que você precisa para um filme é uma garota e uma arma". No segundo e terceiro lugares, ficaram respectivamente os ingleses Chris Glover, Tom Robinson e Mark Wilkinson, por "Hidden Features", e o também inglês Benjamin Borley, por "Memory of Childhood". Da Redação - PAY-TV News

segunda-feira, 2 de março de 2009

Redes Sociais - definição

Após analisar vários materiais relacionados ao assunto, formalizamos uma definição uma pouco mais completa, que espero auxilie a facilitar o entendimento:

“ Redes Sociais são espaços de relações não lineares, onde pessoas
com interesses comuns estabelecem processos de comunicação e trocas de experiência, de forma voluntária e colaborativa”

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Games e interatividade no Campus Party

Games dominam arena aberta ao público na Campus Party
Visitante pode jogar 'Mario kart' no Wii e 'Rock band 2', entre outros.
Área também tem experiências interativas com fotos e mapas.

Lista de jogos do Wii disponíveis ao público inclui 'Wii sports' e 'Mario kart', entre outros (Foto: Renato Bueno/G1)


O visitante da Campus Party que não se inscreveu para acampar no evento, que acontece até domingo (25) no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, tem à disposição uma arena com games e experiências interativas.

O popular videogame Wii, da Nintendo, está disponível em pelo menos dois estandes, com jogos como "Wii sports" e "Mario kart". Para jogar, basta entrar na fila e esperar a vez.

O recente "Rock band 2", jogo de música que utiliza controles em formato de instrumentos, também marca presença na arena aberta ao público, e é um dos mais disputados.


O jogo de música 'Rock band 2' é um dos mais disputados na área de exposições da Campus Party (Foto: Renato Bueno/G1)
Quem prefere os gêneros mais tradicionais de jogos eletrônicos pode conferir jogos como "Burnout paradise" (corrida), "Crysis" (tiro), "Fifa 09" (futebol) e "Mirror's edge" (ação). Os jogos on-line não ficaram de fora: é possível jogar "Lunia", "Maplestory" e outros.


Interatividade

Estande do Flickr oferece adereços para fotos e viagens virtuais por um túnel de fotografias (Foto: Renato Bueno/G1)
Não é apenas com os games que o visitante da Campus Party pode se divertir. O serviço de compartilhamento de fotos Flickr oferece um painel de acessórios e uma "viagem" interativa em um mesmo estande. Do lado de fora, você pode escolher acessórios e tirar fotos produzidas com as cores do site.

Se preferir conhecer melhor o acervo do Flickr, pode escolher uma palavra-chave e conferir a "tag experience". Um túnel interativo apresenta um slide-show com imagens baseadas na palavra-chave ("tag", ou etiqueta) escolhida.


'Earthwalk': caminhe e controle as imagens do Google Earth (Foto: Renato Bueno/G1)
Interatividade também é o segredo do "Earthwalk", uma instalação em que o visitante pode controlar uma projeção de imagens do Google Earth enquanto caminha sobre uma superfície. Movimentos simples aplicam zoom e mudam a visão dos mapas selecionados.


A área de exposições fica aberta ao público até sexta-feira (23), enquanto as atividades dos inscritos na Campus Party se estendem até domingo (25).

Tecnologia colaborativa atinge 90% do público da Campus Party, diz Ibope

Tecnologia colaborativa atinge 90% do público da Campus Party, diz Ibope

Redes sociais, blogs e sites como a Wikipedia compõem essa categoria.
Pesquisa visa traçar perfil dos ‘heavy users’ de tecnologia no país.


Campus Party reuniu mais de 6 mil 'campuseiros' em São Paulo. 'Campuseiros' mirins contam experiências da Campus Party Modelo e 'nerd' trocam de lugar por um dia Com preguiça, dinossauro robótico se apresenta na Campus Party Com 'batismo digital', Campus Party recebe novatos em internet Games dominam arena aberta ao público na Campus Party
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Na semana passada, durante a realização do evento Campus Party, o Ibope entrevistou 600 participantes do encontro de internet em São Paulo para traçar um perfil dos heavy users (“usuários intensivos”, em tradução livre) de tecnologia no país.


De acordo com o levantamento, 90% desse público está envolvido com tecnologias colaborativas – seja como consumidores ou produtores de conteúdo. Fazem parte dessa categoria as redes sociais, os sites colaborativos como a Wikipedia, os blogs e outras páginas que permitem interação.



Dos entrevistados, 87% possuem perfil em algum site de relacionamento, 17% atualizam as informações dessas páginas pelo menos uma vez ao dia, 91% têm interesse em blogs, 31% são autores desses diários virtuais, 21% contribuem diariamente com fóruns de discussão, 38% já colaboraram pelo menos uma vez na edição de artigos “wiki” (como a Wikipedia), 87% utilizam “wikis” como fonte de informação, 24% estão no microblog Twitter e 28% são adeptos aos agregadores de notícia.

Os principais chamarizes das tecnologias colaborativas para esse público são diversão (29%), desenvolvimento profissional/vantagens financeiras (25%) e aprendizagem e educação (24%).



Consumo

Uma informação importante para o comércio é o fato de 46% dos 600 participantes da pesquisa sempre lerem comentários de outros internautas antes de fazerem compras – sejam elas on-line ou off-line. Também fica em 40% a porcentagem de internautas que sempre visitam o site do fabricante ou do fornecedor antes de uma aquisição. Cerca de 20% dos entrevistados postam opiniões sobre produtos e serviços com freqüência, enquanto 57% deles já fizeram isso pelo menos uma vez.

A categoria que lidera o ranking de sonhos de consumo dos participantes da Campus Party é a de viagens (52%). Em seguida aparecem computador/hardware (48%), automóvel (28%), máquina fotográfica digital (25%), software (23%), telefone celular (20%) e smartphones (16%).

“Embora não seja representativo do internauta brasileiro em geral, o levantamento permitirá aperfeiçoar uma metodologia de classificação de hábitos e atitudes em relação à mídia social e às motivações que levam as pessoas a criar conteúdo compartilhado, seja para diversão ou para expressar opiniões sobre marcas, produtos e até candidatos políticos”, afirmou Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência. Fonte: G1

Campus Party Brasil e mobilidde

O programador inglês Tim Berners-Lee, conhecido como "pai" da World Wide Web, defendeu nesta terça-feira (20) o uso de telefones celulares para a promoção da inclusão digital. A afirmação foi feita durante uma entrevista coletiva à imprensa na Campus Party, encontro de tecnologia que será realizado até domingo (20) no Centro de Convenções Imigrantes, em São Paulo. A abertura oficial do evento ficou por conta de Berners-Lee.


"A conexão via telefones celulares é fascinante, pois permite o acesso de pessoas que vivem em áreas rurais ou daquelas que não têm computadores", afirmou o programador. "A web representa a conexão entre pessoas, mas temos de considerar que 80% delas ainda não têm acesso a essa ferramenta", disse o especialista, lembrando que "a internet existe para servir à humanidade".

Ele citou como vantagem desse tipo de acesso o fato de os telefones celulares estarem sempre com os usuários. "A mobilidade é essencial, mas não devemos esquecer de todas as outras plataformas de conectividade. Posso querer acessar informações enquanto estiver em trânsito, mas quando chegar em casa posso querer navegar usando uma tela de 52 polegadas", exemplificou.

No dia da posse do presidente Barack Obama, nos Estados Unidos, Berners-Lee também elogiou a iniciativa do político em disponibilizar os dados referentes à sua forma de governo de uma forma aberta, no ambiente on-line.

Tela em branco
O programador comparou a web a uma tela em branco, pronta para receber "criações que nem imaginamos". "Ainda há muito por vir quando falamos de interatividade. Atualmente já temos conteúdo nesse sentido, mas uma internet aberta poderá fornecer aos desenvolvedores muitas ferramentas para a criação de novidades", disse.

Ainda sobre interatividade, ele sugeriu no futuro a existência de pixels – "cada vez mais baratos" – em todas as paredes de um cômodo residencial. "Imagine como isso poderia mudar o cenário da interatividade", afirmou.

Cibercrimes
O especialista não quis comentar as perguntas referentes à lei brasileira que propõe o controle da internet, alegando não conhecer essas propostas. No entanto, enfatizou que a web é um ambiente de neutralidade e que cursos acadêmicos de ciências da computação podem ajudar a lidar com questões polêmicas envolvendo o ambiente virtual.

"Os problemas são muitos, são grandes e temos de concentrar esforços em suas soluções", disse Berners-Lee, comentando os diversos tipos dos chamados cibercrimes.

"Esse tipo de ação ruim reflete a humanidade. Vejo muitas coisas horrorosas, mas também vejo maravilhas na internet. Quando as pessoas se reúnem, os resultados são muito mais positivos do que negativos", afirmou, dizendo ser um "otimista quando se trata da humanidade".

Questionado sobre o que mudaria na internet, sua resposta foi simples. "Eu tiraria as duas barras que seguem o http, antes de digitarmos um endereço virtual. Essas barras não são necessárias e nos fazem perder tempo. Mas para acabar com elas, seria necessário redesenhar todo o sistema", disse o pai da internet, conformado com o incômodo.

saiba mais
Fila de 'atrasados' marca primeiro dia oficial da Campus Party Preparativos marcam véspera de abertura da Campus Party 2009 Campus Party é reunião de 'superinternautas', diz diretor do evento Campuseiros trazem malas e computadores para a Campus Party Campus Party tem internet 163 mil vezes mais veloz que Eco-92 Estreia da Campus Party no Brasil teve Gil, protestos e ‘mesa musical’ Campus Party reúne nerds, palestras e novidades tecnológicas em SP fonte: G1
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Celular já se conecta até com outdoor

Nova tecnologia de código de barras traz usos inovadores para o aparelho

Mariana Barbosa

Símbolo quase banal da sociedade de consumo, o código de barras ganhou uma nova e "descolada" dimensão. Na forma de um quadrado com inúmeros quadradinhos de diferentes tamanhos dentro, o QR Code (código de resposta rápida, da sigla em inglês) permite a um usuário de celular com câmara acessar conteúdo na internet com apenas um clique.

No país mais obcecado por celular do mundo, o Japão, o QR Code virou mania. Impresso em outdoors, camisetas, cartões de visita, classificados ou embalagens, o código é capaz de armazenar 7 mil caracteres de informação, incluindo músicas, imagens, endereços de internet e de e-mails. Basta que o código seja fotografado para que seu conteúdo seja "lido" pelo browser do celular. As possibilidades são infinitas, tanto em termos de comércio eletrônico como para a publicidade.

Cerca de 40% dos japoneses já acessaram conteúdo por meio do código de barras. O uso no Japão é tão generalizado que até os túmulos estão ganhando códigos bidimensional, permitindo acessar informação sobre o morto. O código a ser fotografado por estar impresso em qualquer lugar - em outdoors, tecido ou na tela do computador. É possível, por exemplo, comprar um ingresso mirando o celular para um outdoor com a propagando de um show.

Fora do Japão, contudo, o uso ainda é experimental. A emissora britânica BBC iniciou recentemente a venda de DVDs pelo celular utilizando o QR Code. A foto do código faz baixar no celular um trailer do filme e permite também realizar a compra. Em Paris, os códigos foram espalhados em pontos de ônibus e permitem acessar informações sobre horários e trajetos. Em um museu de Viena, algumas placas para identificação de obras também ganharam códigos, permitindo aos interessados obter mais informações no celular.

"O uso do QR Code é um caminho sem volta", diz a diretora de serviços de valor agregado da Claro, Fiamma Zarife. "Temos uma equipe grande para desmistificar esse mercado."

A operadora lançou uma campanha neste fim de ano baseada no QR code, impresso em anúncios em jornais e revistas. Ao ler o código com o celular, o usuário era levado para um hotsite onde ele podia baixar a trilha da campanha. No material impresso, a operadora dava a dica de como baixar o leitor do código no celular. A operadora não revela quantos usuários acessaram o hotsite, mas a diretora diz ter ficado "bastante surpresa com o índice de curiosidade" despertado pela campanha. "Essa foi nossa campanha mais impactante do ano e teve também o objetivo de associar nossa imagem à inovação e tecnologia", diz Fiamma. Além de realizar campanhas "educativas" sobre o uso do QR Code, a Claro começa a trabalhar parcerias com anunciantes.

Com base na crença de que o brasileiro adora novas tecnologias, começam a surgir no País empresas dedicadas a desenvolver novos usos para o QR Code. Com esse objetivo nasceu a Flash Click, empresa de tecnologia que oferece serviços de comércio eletrônico e de publicidade baseados na interação do celular com o QR Code.

Um dos serviços oferecidos pela FlashClick permite a venda de música pelo celular, em parceria com a Labone (empresa que fornece tecnologia para download de música) e a Paggo (empresa que transforma o celular em meio de pagamento). "Queremos desmistificar o uso do QR Code, oferecendo serviços prontos para as empresas usarem essa tecnologia", diz o fundador da Flash Click, Carlos Teixeira, que também é assessor de inovação da Gol.

O QR Code é visto também como uma plataforma de convergência da mídia impressa pra mídia digital. Recentemente, o jornal baiano A Tarde e a revista Viagem e Turismo se tornaram as primeiras publicações jornalísticas a fazer o link imediato entre o conteúdo de papel para a internet. Anúncios com o código também começam a surgir na imprensa especializada, como a revista de publicidade Meio & Mensagem.

Mas o uso do QR Code no Brasil esbarra na questão tecnológica. O Brasil é o quinto maior mercado para celular no mundo, com 144,8 milhões de aparelhos em operação. Mas apenas 5% desses aparelhos (7,24 milhões) acessam a internet. Por outro lado, enquanto no mundo um terço das pessoas troca de celular a cada 18 meses, no Brasil metade das pessoas troca de aparelho nesse mesmo período.
Postado por luiz alfredo motta fontana às 08:55:00

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

BrT lança serviço de TV móvel

16/12/2008, 18h48
A Brasil Telecom (BrT) lançou um serviço de TV pela rede celular. Ao contrário da maioria das concorrentes, a operadora não oferece a opção de assinatura: a venda é feita sob demanda. "Notamos que o cliente tem aversão a ficar amarrado a uma assinatura", justificou o gerente de serviços de valor adicionado da BrT, Sergio Messiano. O usuário escolhe por quanto tempo deseja assistir. São três opções: 30 minutos, duas horas e 24 horas. Os preços são: R$ 1,90; R$ 4,90; e R$ 7,90, respectivamente. Os valores já incluem o custo do tráfego de dados. O tempo é contado a partir do momento da compra.

A BrT disponibilizou nove canais: CNN; Cartoon Network; Discovery Channel; Discovery Kids; Band; Band News; MTV Brasil; Whoohoo; e Sexy TV. Com a exceção de um ou outro canal, o line-up é muito parecido com aquele do Oi TV móvel. Por sinal, a fornecedora da plataforma de TV móvel da BrT é a mesma da Oi: a brasileira M1nd Corporation.

O serviço está disponível em toda a região de atuação da BrT e funciona tanto na rede 3G quanto na rede GSM. Porém, é compatível apenas com nove modelos de aparelhos 3G que usam o sistema Symbian. "A idéia é expandir para Java no futuro", disse Messiano. Para assistir aos canais, o usuário precisa baixar um player desenvolvido pela M1nd. O aplicativo está disponível no portal WAP da operadora, mas também pode ser acessado enviando um SMS com a palavra "TV" para o número 670.

Messiano disse que a empresa não tem ainda uma previsão de quantidade de usuários para o serviço de TV móvel. "Queremos em um primeiro momento analisar o comportamento do cliente no uso de TV no celular", explicou. Fernando Paiva - TELA VIVA News

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

TV 2.0 começando na Ásia e outras notícias

TV 2.0 comes to Asia

Hong Kong - The Centre for Content Protection (CCP) announced that more than 200 executives participated in the second annual Digital Future Symposium, an anchor event of the Asia Television Forum co-organized by the CCP and the Motion Picture Association (MPA). Themed ‘This Business of Content Protection: Movers, Shakers and Direction-Makers', the event was attended by content owners, producers, media and technology professionals who are working to establish common standards that will allow consumers easy access to television programs and movies whenever and wherever they want them. The Symposium showcased a vision for ‘TV 2.0' that will, for example, use the PC as a ‘jukebox' where content can be stored so that people can view it using different devices belonging to one authorized domain as specified by the usage rights associated with it.

"With the current advances in technologies and standards like Content Protection and Copy Management (CPCM), the business of content protection is becoming more and more about ‘domain' control, which refers to a physical space like the home," said Isa Seow, technology director for the CCP. "The conversations at this year's Symposium clearly showed that the region's digital entertainment industry is moving in a direction to give people more of what they want while protecting and fueling creativity as well as driving new revenue streams."

Amongst the highlights of this year's Symposium was a live demonstration by Fastcom Technology of how consumers can enjoy access to content over multiple devices in their home or in multiple locations within an authorized domain, making it easy for that content to be shown simultaneously on a controlled number of screens, or recorded and then shown at a later time on multiple devices.


Mediapolis @ one-north: adding growth to Singapore's media ecosystem

Singapore - Singapore is preparing to scale up its media infrastructure as it makes plans to turn itself into a Trusted Global Media Capital.

A 19-hectare (ha) plot of land has been earmarked for the development of Mediapolis @ one-north - a 200-ha innovation and R&D hub that is master planned and master developed by JTC Corporation (JTC). Mediapolis @ one-north, which will be an industry demand-driven project, is envisioned to be a self-contained and vibrant digital media cluster.

When ready, it will be a hub that will house a media ecosystem comprising soundstages with green screen capabilities; digital production and broadcast facilities; interactive digital media (IDM) and R&D activities; Computer-generated Imagery and visual effects; post-production, games and animation; industry-response digital media schools, business parks, work lofts and incubators; intellectual property (IP) creation and digital rights management.

The development of Mediapolis @ one-north, an ideal environment to promote the dynamic flow of talent and cross-pollination of ideas, will kick-off with the launch of its first site - a 1.2-ha land JTC has reserved for development in the first quarter of next year. Local media production company, Infinite Frameworks, will invest and develop a soundstage complex on this plot of land.

Singapore has seen good progress in its media sector in recent times. Between 2000 and 2005, this industry reported an annual turnover of US$13.4 billion in revenue, contributing 4.5 per cent (or US$3.6 billion) to Singapore's Gross Domestic Product and employing 53,500 people.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Pop-up é o formato mais rejeitado entre os jovens

Pesquisa do NúcleoJovem da Editora Abril aponta ainda que evento é a ação de marketing preferida entre o público de 13 a 24 anos
Fábio Suzuki
09/12/2008 - 12:47
O NúcleoJovem da Editora Abril apresentou na segunda-feira, 8, a pesquisa Novos Consumidores 2, cujo objetivo é mostrar a relação do jovem brasileiro com a publicidade. Nesse estudo, o pop-up foi o formato com pior índice NC (criado para apontar como os jovens percebem as mídias levando em consideração os resultados quantitativos e qualitativos da pesquisa). O índice NC Negativo, que vai de -100 a -20, a janela que abre ao visitar uma página web atingiu -81 pontos, seguido dos panfletos, com -57, e faixa na rua, com -53.

Já entre os formatos com NC Positivo, o preferido pelos jovens foi evento, com 66 de índice, seguido dos comerciais de TV de 30 segundos, com 55, e advergames customizados, com 48. Dentro do NC Neutro - cuja pontuação varia de -20 a 20 - as que mais se aproximam dos índices positivos são Busdoor, com 19 pontos, e Outdoor, com 18. "Nosso objetivo é criar um termômetro da relação dos jovens com a publicidade", afirma Brenda Fucuta, diretora do NúcleoJovem e Publisher dos sites e revistas Superinteressante, Capricho, Mundo Estranho, Guia do Estudante, Aventuras na História e Loveteen.

O estudo - realizado pela Studio Idéias - levou em consideração a relação dos jovens com os espaços e com os formatos publicitárias ali presentes, tanto os tradicionais como novos. Com entrevistas junto a garotos e garotas de 13 a 24 anos, a pesquisa atuou em duas frentes: a primeira com 1.494 entrevistas on-line e análises de fotologs de jovens de todo o País; e a segunda com 129 entrevistas pessoais nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Jovens estão mais amigáveis à publicidade, diz pesquisa

A Editora Abril apresentou os resultados da segunda edição da pesquisa “Novos Consumidores”, que procura mapear a relação do jovem brasileiro com a publicidade.

Promovido em parceria com o instituto Studio Idéias, o estudo mostrou quais formatos publicitários são mais aceitos pelos adolescentes e quais eles rejeitam.

Os dados revelam que os jovens estão mais abertos à publicidade, tanto aos novos quanto aos antigos modelos de comunicação, porém sem ingenuidade. Eles compreendem que o intuito é vender, mas não oferecem mais uma grande resistência às propagandas. “Vimos uma geração amigável à publicidade, disposta a criar uma relação de troca com as marcas”, afirmou a diretora-geral da Studio Idéias, Camila Holpert.

Com uma metodologia híbrida e resultados que se completavam durante as quatro fases, foi criado um índice NC (Novos Consumidores), que aponta como os jovens percebem os diferentes formatos a partir da observação de mídias estudadas em três espaços diferentes: casa, cidade, corpo. Floating ads, pop-up, panfletos e faixas de rua são alguns dos tipos de publicidade rejeitados pelos entrevistados. Jingles, square banners e capa falsa de revista, por exemplo, foram classificados como neutros, uma vez que dependem de uma mensagem muito forte para chamar atenção.

Já na área positiva aparece a publicidade em games, catálogos, TV metrô e o tradicional comercial de 30 segundos.

Eventos patrocinados: o primeiro lugar nos mais admirados

Os eventos patrocinados por marcas são os campeões na popularidade entre os adolescentes, que admitem que passam a perceber a marca de outra forma. “O evento se torna poderoso porque a marca dá ao adolescente uma experiência de vida, é uma oportunidade de oferecer conteúdo à parte aos jovens”, ponderou a diretora do Núcleo Jovem da Editora Abril, Brenda Fucuta.

A maior parte dos participantes declarou que não vive sem o celular e ele seria o gadget mais importante de suas vidas hoje. Apesar disso, a publicidade mobile ainda não pegou entre os mais novos. “A propaganda não encontrou o formato adequado para a publicidade mobile. Precisamos de algo que seja natural, mais intuitivo e menos invasivo”, completou o gerente de publicações do núcleo, Renato Cagno.

A pesquisa ouviu jovens de 13 a 24 anos, em fases qualitativas e quantitativas que incluíram desde entrevistas online e análise de fotologs à visitas aos lares dos participantes. Na segunda fase, eles foram convidados a levar os anúncios que lhes chamou mais atenção e discutiram sobre as peças.

Raissa Coppola - Adnews

Para jovens, evento proprietário é forma mais positiva de publicidade
Pesquisa apresentada nesta segunda-feira pelo NúcleoJovem da Editora Abril (responsável pela publicação das revistas Superinteressante, Capricho, Mundo Estranho, Guia do Estudante, entre outras) mostra que 66% dos jovens entrevistados consideram eventos proprietários como formato publicitário mais positivo, seguidos por filme para TV de 30´´ (55%) e advergames customizados (48%).

Denominado Novos Consumidores 2, o estudo (encomendado à empresa de pesquisas Studio Idéias) revelou a relação do jovem brasileiro com a publicidade a partir de dados e informações coletados de indivíduos com idades entre 13 e 24 anos, pertencentes às classes A, B e C. Para chegar aos resultados finais, foram feitas entrevistas por meio da Internet com 1.494 jovens de todo o País. Posteriormente, realizou-se 129 entrevistas (feitas pessoalmente) nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife. O primeiro levantamento foi realizado em 2005.

"A pesquisa pretende ser funcional. Neste segundo trabalho, criamos um 'termômetro' que mede a relação do jovem com a publicidade", disse Brenda Fucuta, diretora do NúcleoJovem.

Outros meios considerados interessantes pelos jovens entrevistados são os links patrocinados, ações com promotores, anúncios diferenciados em papel especial e cartões postais. Já os formatos mais rejeitados são os pop-ups (81%), panfletos (57%) e faixas na rua (53%).

Segundo o levantamento, os formatos considerados "neutros" pelos jovens entrevistados são os jingles, flyers, square banner e mídia no elevador (20%), busdoor (19%) e outdoor (18%).

A pesquisa revelou ainda que os jovens da atualidade dão mais importância à família, aos afetos e ao prazer no trabalho. Conforme o estudo, a mãe é vista como a pessoa mais querida entre os entrevistados (92%). E a casa é o espaço favorito desse target (77%), local onde há o maior consumo de mídia. De acordo com o levantamento, os jovens passam mais de três horas na Internet.

Por Juliana Welling

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Novas da Tecnologia para convergência

Vale a pena depois dar uma olhada no vídeo.

AT&T Eyes Video Chip Technology for Print Ads
3Published: December 03, 2008



AT&T's Chris Schembri hopes to use video chips in print advertising.

NEW YORK (AdAge.com) -- As part of a multipronged effort to develop novel new marketing tools, AT&T is exploring the use of audio and video chips in its print media advertisements. That's according to AT&T VP for Media Services Chris Schembri. Speaking at the recent Ad Age Media Mavens Awards luncheon, he pointed out that the use of computer chips in paper-based media has long been done successfully by Hallmark in its greeting cards. He said there is a "tremendous amount of potential" for video chips in AT&T's newspaper and magazine ads.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Participe TV

Grupo prepara primeira rede de DVB-H no Brasil
Fernando Paiva - TELA VIVA News
26.02.2008


O Brasil pode ter, em breve, uma rede de DVB-H, tecnologia que permite a oferta de TV por assinatura para celulares. A diferença é que o DVB-H é uma tecnologia de broadcast, que permite a transmissão de canais de forma independente da infra-estrutura das operadoras móveis. Quem comanda o projeto é o ex-diretor de marketing da Telemar, Alberto Blanco. Desde que deixou a operadora, no final de 2006, o executivo começou a trabalhar sigilosamente nesse projeto. O segredo foi mantido a sete chaves por mais de um ano, mas agora é revelado às vésperas do primeiro teste-piloto.

Blanco disse a este noticiário que a empresa Participe TV tem o suporte de outros investidores, cujos nomes não revela. Para iniciar o projeto, a companhia comprou a empresa Nova Comunicação e Radiodifusão Ltda, que detém a licença do serviço especial de TV por assinatura (TVA) para operar um canal de UHF no Rio de Janeiro. São licenças que permitem a transmissão na forma aberta e também na forma paga. Por não serem licenças de broadcast, não estão obrigadas ao uso da tecnologia ISDB-T, adotada pelas emissoras abertas.

Em busca de licenças

Estão em negociação parcerias com detentores de licenças de TVA em outras cidades. O plano de negócios de Blanco tem como meta a conquista de 5 milhões de assinantes em cinco anos, com o serviço lançado em cinco cidades. "Da mesma forma que o pré-pago trouxe a massificação do celular, a TV móvel fará a massificação da TV por assinatura", aposta o executivo.Uma antena já se encontra instalada no morro do Sumaré, no Rio de Janeiro, e o primeiro teste aguarda apenas a aprovação da Anatel para ser iniciado. O head-end será instalado na Barra da Tijuca. O executivo espera iniciar no final de março o teste, durante o qual serão transmitidos de graça dez canais - cinco ao vivo e cinco em loop. As negociações com os canais estão quase fechadas, mas os nomes ainda não podem ser divulgados. São, inclusive, canais de TV por assinatura. Blanco adianta que haverá certamente um canal adulto e outro infantil.

Conteúdo exclusivo

Além disso, está previsto um canal com conteúdo exclusivo para celular, que contará com material oriundo de produtoras independentes nacionais. A tecnologia atual permite a oferta de até 12 canais com boa qualidade de imagem - 30 frames por segundo. A compressão é em H.264 (MPEG 4).

Enquanto faz os últimos preparativos para o teste, a Participe TV está próxima de fechar contrato com uma grande operadora de celular para o lançamento comercial do serviço. A idéia é que a cobrança seja feita pela tele e a receita seja dividida com a Participe TV. "A assinatura mensal custará menos de R$ 50. Teremos também a opção de acesso semanal e diário. Se o usuário quiser ter acesso por um único dia, o preço será menor que R$ 7", descreve Blanco. O canal de retorno será a rede celular, através da qual se dá a interatividade. Provisoriamente, o serviço da Participe TV foi batizado de "VTV", mas o nome está sujeito a mudanças depois de assinada a parceria com uma operadora.

O executivo acredita que será possível fazer um lançamento comercial dentro de 12 meses. Para cobrir todo o Rio de Janeiro será necessário instalar cerca de 20 antenas. Provavelmente elas serão postas em sites onde já houver ERBs da operadora parceira.

Handsets

Blanco acredita que os primeiros modelos de celulares com receptor DVB-H chegarão ao Brasil custando em torno de R$ 1 mil. "Em dois ou três anos esse preço deve cair bastante", aposta. Paralelamente, a Participe TV negocia com um grande fabricante internacional o lançamento no Brasil de um modelo com receptores para o padrão brasileiro de TV digital e para DVB-H. Seria, portanto, um aparelho capaz de receber tanto o sinal gratuito das TVs abertas brasileiras quanto o serviço de TV por assinatura a ser oferecido pela Participe TV.

Regulamentação

Segundo Blanco, de acordo com a regulamentação, nada impede que seja oferecido um serviço de TV por assinatura com tecnologia DVB-H com a licença de TVA. Pelo contrário: muitos canais em UHF com essa licença jamais cumpriram a função de oferecer efetivamente o serviço de TV por assinatura. Assim, no seu entender, a oferta de DVB-H em UHF com licença de TVA dá a esses canais a utilidade que lhe é prevista pela regulamentação. Para Blanco, o PL-29, projeto de lei que trará novas regras para o setor de TV por assinatura, "está caminhando no sentido correto", já que é agnóstico em termos de tecnologia.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Liçoes do mundo virtual de música

Digital Lessons TV Should Learn From Music Companies: Watch The Rising Waters
A media critique by Wayne Friedman , Wednesday, November 26, 2008

Traditional big media will only really become new media when there is a digital revenue tipping point -- so one theory might go. One music company, Atlantic Records, seems to have hit that mark, now getting more revenues from digital platforms than its traditional businesses. How far behind are TV companies?

Atlantic Records, a unit of Warner Music Group, says more than half of its music revenues in the United States are now from digital sales -- downloads from iTunes, other music services, as well as ringtones for mobile phones. CDs sales now represent less than half of its business.

NBC, as a mostly traditional TV and film company, would tell you it is far behind in this regard. In 2009, digital sales will bring in $1 billion a year at NBC -- or about 7% of the $15 billion in revenue it brings in from traditional media.

TV isn't the music industry -- it's still growing. As we know, the traditional music business has been in freefall over the last several years, showing double-digit percentage decreases in CD sales since 1999, when the business pulled in $14.6 billion. In 2008, CD sales were at a $10.1 billion level.

And while it's good news that at least one music company has found a formula to profit from the new digital age, the song hasn't ended. Digital revenue rose 39% to $639 million for Warner Music Group's most recent fiscal year. But overall, revenue still fell 1%, to $854 million. (The company doesn't break out revenue for Atlantic Records).

What are the lessons TV companies can learn from music companies? That the consumer is always right. Free music? That still sounds like business heresy. Free TV? That sounds like business sense -- the difference being where advertising and big marketing deals can work their revenue magic for TV companies.

Perhaps there is another music industry lesson lurking: There will be pain as TV companies attempt to steer their analog businesses into easy-travelling digital waters. But these are not speed boats -- more like massive oil tankers guessing the direction the next big tidal wave will come from.

Caso de fracasso de uma campanha em mídias sociais

AT&T's iJustine Web Series Doesn't Exactly Go Viral

YouTube Stars as Spokesmodels May not Be Such a Great Idea After All


What do you do if you're a big mobile carrier hoping to connect with digital youth? Tap a YouTube "star" and a popular blogger to extol the virtues of AT&T mobile phones.


The premise of AT&T's series is that iJustine and blogger Karen Nguyen get lost together in various locales such as Austin and Anchorage, and have to solve various mysteries of their surroundings using AT&T phones.

http://www.attlostinamerica.com/index.html

That was the idea behind AT&T's "Lost in America" campaign with iJustine (Justine Ezarik) and blogger Karen Nguyen. But the result is an example of how YouTube fame tends not to translate outside the world of "Fred," "kevjumba" and "sxephil."

The premise of the series is that the two get lost together in various locales such as Austin and Anchorage, and have to solve various mysteries of their surroundings using AT&T phones ("It is a slick phone; it's so tiny!").

So far, AT&T and its vloggers have published 11 episodes, produced by Tremor Media, but it's hard to imagine anyone watching more than one, if that. The series is heavy on AT&T, but light on storyline, unless you find it interesting that Justine could be booted out of the competition if she drops her phone a fifth time.

After two weeks, the series had generated just 31,000 views across YouTube, MySpace and four other sites, according to web video distribution firm Tubemogul. The only reason they racked up that many is that iJustine posted episodes one and six on her blog, bringing in 20,000 of that total.

Compare that to the videos starring or mentioning iJustine on YouTube, which have been seen 16 million times. iJustine did more for AT&T in this video, not a part of the series, about getting lost in the jungle, which has been viewed 117,000 times: "No swimming, no paved roads, but I have my iPhone, but there's no service."